• A catástrofe natural causou vastos danos e destruição
  • Voluntários do Deutsche Post DHL Group dão apoio à logística humanitária no Aeroporto da Beira
  • Primeiro destacamento da Disaster Response Team em África

 

BONN, GERMANY - Media OutReach 3 de abril de 2019 - Na noite de 14 para 15 de março, o ciclone Idai atingiu Moçambique e os países vizinhos Zimbabué e Malawi. Seguiram-se várias tempestades marítimas com aumento da ondulação e inundações maciças, causando enormes danos e destruição. Há relatos de que em Moçambique existem centenas de milhares de pessoas desalojadas, o fornecimento de eletricidade é esporádico e grandes áreas do país estão isoladas do mundo exterior. Os relatos atuais indicam que há 550 vítimas mortais, mas as estimativas apontam para aproximadamente mil. O Governo de Moçambique declarou o estado de emergência. Os enormes danos nas infraestruturas, tais como os sistemas de comunicação, o fornecimento de eletricidade e estradas dificultam extremamente a disponibilização de ajuda e logística humanitárias. O Deutsche Post DHL Group destacou a sua Disaster Response Team (DRT) para prestar assistência no aeroporto local da Beira. A DRT aconselha os colaboradores do aeroporto e coordena a chegada de ajuda humanitária para as organizações não governamentais (ONG). O primeiro destacamento da DRT em África é dirigido por Chris Weeks, Director for Humanitarian Affairs no Deutsche Post DHL Group. É acompanhado por uma equipa de voluntários da DHL oriundos dos Emirados Árabes Unidos, Moçambique e África do Sul.





 

As Nações Unidas e outras organizações humanitárias também destacaram pessoal para a Beira. Muitos dos assistentes ainda se encontram no aeroporto e estão a organizar opções seguras para o transporte ulterior. «Não há muita ajuda a chegar de momento», explica Chris Weeks, «mas esperamos que isso mude, dado que as NU atribuíram 20 milhões USD para prestar ajuda humanitária.» A Disaster Response Team está a cooperar estreitamente com organizações de ajuda humanitária nacionais e internacionais, e com os colaboradores responsáveis do aeroporto, para prestar o apoio logístico. «Na sequência de uma catástrofe natural, a coordenação logística de materiais de primeira necessidade é crucial», afirma Weeks. «Como especialistas de logística, com uma vasta experiência na gestão de catástrofes, as nossas competências e conhecimentos podem ajudar a salvar vidas. Ajudamos os colaboradores do aeroporto a processar rapidamente os materiais de primeira necessidade, para que cheguem às vítimas do ciclone o mais rapidamente possível.»

 

«Estamos cá desde o início da semana. Uma semana e meia após a catástrofe, as condições nesta área de Moçambique continuam a ser críticas. A chuva não parou, a água das cheias não consegue escoar e o rio continua a subir», diz Weeks. «Atualmente, o Aeroporto da Beira é um dos poucos lugares na cidade que está seco e possui infraestruturas funcionais.» O aeroporto está atualmente a receber a maior parte da ajuda enviada, nomeadamente, água, alimentos, tendas, combustível, material médico e equipamentos técnicos. Estes são selecionados e distribuídos na Beira, bem como nas zonas rurais e noutros locais afetados pelo ciclone.

 

«É difícil avaliar a dimensão total dos danos e da destruição causados. Iremos sem dúvida ver efeitos subsequentes nos próximos dias -- tais como surtos de doenças como a malária, cuja propagação é favorecida por águas estagnadas e aumenta a necessidade de material médico. A nossa equipa está pronta a ajudar», diz Weeks.

 

Acerca da Disaster Response Team

As DRTs fazem parte do programa de gestão de catástrofes GoHelp do DPDHL Group, que foi implementado pelo mesmo em parceria com as Nações Unidas (NU) a partir de 2005. Através desta parceria, o Grupo fornece às NU e às agências nacionais de gestão de catástrofes um acesso pro bono aos seus conhecimentos especializados de logística e às competências logísticas de mais de 500 colaboradores voluntários com formação especial, em todo o mundo, que podem ser destacados em 72 horas após uma catástrofe natural. 

 

Desde o lançamento da parceria, as DRTs realizaram mais de 40 destacamentos para diferentes catástrofes naturais em, mais de 20 países -- mais recentemente, a equipa ajudou as vítimas do sismo e tsunami em Palu, na Indonésia, em outubro de 2018.

 

Para além dos destacamentos da DRT, a iniciativa do Grupo Get Airports Ready for Disaster (GARD) -- que também faz parte do programa GoHelp -- dá formação às autoridades de gestão de aeroportos em regiões de alto risco, para que estejam mais bem preparadas, caso ocorra uma catástrofe.

 

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